Início
Bem-vindo!
Leite digital: o 4.0 chegando na produção. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Qua, 20 de Novembro de 2019 12:50
Em qualquer ambiente que vamos há sempre uma pessoa que fala: o tempo está passando muito rápido. Realmente, parece que não temos tido muito tempo, e isto nos dá a sensação de que os dias são mais curtos. Talvez muito desse sentimento esteja ligado à questão de estarmos, cada dia mais, conectados o tempo inteiro. As notícias chegam muito rápidas. Algo que aconteceu pela manhã e só descobrirmos à tarde, ficamos com a sensação de notícia antiga, ou que não estamos atualizados. Em outro vértice, tudo é muito volátil, passa rápido. Vira um “meme” e se foi. Mas, apesar dessa tecnologia nos trazer alguns sentimentos que nos criam ansiedade, há uma infinidade de soluções que estão sendo criadas que nos facilitam o dia a dia. No mundo do leite, a nata já tem investido nessas opões. Um bom exemplo é a Embrapa que, em parceria com outras instituições, fomenta o Ideas for Milk desde 2016. O foco é promover o surgimento de soluções para a cadeia do leite, reunindo a iniciativa privada, a academia, a pesquisa agropecuária e o setor produtivo. Para 2019, dia 22 de novembro terá a seleção dos campeões, os selecionados vão apresentar propostas para incrementar e garantir desde a otimização dos recursos, de mensuração de crescimento de bezerras, das análises rápidas do leite e até o cumprimento das legislações. O mercado lácteo, apesar de ter evoluído muito, ainda não é um player importante no cenário internacional. Conseguimos galgar alguns status, desde sanitários até abertura de mercados, mas ainda não temos realmente relevância. No meio do ano, houve o anúncio de 24 laticínios habilitados para o comércio com a China. E, como não poderia ser diferente, causou certa euforia. Ter os chineses tomando leite brasileiro nos permitirá produzir muito mais, afinal, a China tem aproximadamente cinco vezes a população do Brasil. No entanto, apesar da habilitação, nada de lácteos foi exportado. Segundo agentes púbicos, ainda falta a comprovação do cumprimento de requisitos legais. Aliás, com foco nessas legislações, um dos finalistas do desafio das Startups, do Ideas for Millk 2019, está concorrendo com uma solução para buscar mitigar os entraves de importação. As normativas (assim como os importadores) exigem que exista uma cadeia de informações de que as exigências, para a produção de um leite saudável, estejam disponíveis e sejam realizados planos de controle. De um lado há milhares de produtores, que devem gerar dezenas de registros por mês e, do outro, os laticínios, que devem receber e processar essas informações, para garantir ações corretivas e eventuais desvios que sejam detectados. Unir essas pontas, recolhendo registros em papel e processando no escritório, pode ser uma tarefa extremamente difícil de realizar, além, claro, de demorado. Partindo dessa demanda, e com auxílio desta que vos escreve, foi concebido um aplicativo batizado de Milk Wiki, que contém todos os procedimentos, registros, treinamentos e ações que devem ser realizadas, além de canais de comunicação direta do laticínio com o produtor, cujo objetivo é o de buscar a conformidade dos processos de produção. O aplicativo é acessado através de smartphones, tanto IOs quanto Androides, possui uma interface amigável e de fácil utilização, e envia para o laticínio em tempo real as informações que são demandadas. O surgimento de iniciativas como esta pode encontrar entraves na baixa escolaridade ou na dificuldade de operar tais “inovações”. Por outro lado, é inevitável a disseminação desse tipo de tecnologia, principalmente entre os mais jovens. Esse, mais conectado interagem nas redes sociais mais instintivamente e, por conta disso, tem a tendência em absorver as tecnologias mais rapidamente e utilizá-las na rotina, traz uma satisfação e sensação de pertencimento a esta geração tão plugada. Talvez a maior utilização da tecnologia no campo, seja um atrativo para retenção dos mais jovens, uma das demandas para sustentabilidade do setor agropecuário. Assim como as cidades, as tecnologias, as conexões, as inovações também são necessárias. Esperemos faça os dias continuarem como são no campo, ou melhor, que permita utilizar o tempo de lazer com mais contato e conexões positivas.
Última atualização em Qua, 20 de Novembro de 2019 13:01
 
Novos mercados! Novas perspectivas? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Qui, 26 de Setembro de 2019 16:10
Não se pode negar o quanto o Brasil evolui nas últimas décadas em relação à produção de leite e, especialmente, em relação à balança comercial brasileira. Apesar do imenso rebanho, somente em 2004 o volume de importações foi menor que de exportação de lácteos. De fato, depois deste ano, a produção brasileira foi incrementada, com ela também, em menor velocidade, a qualidade de leite. Mas, não na mesma proporção, e com crescimentos também significativos, outros países ampliaram suas produções. Em determinadas regiões do mundo há um desequilíbrio, mais produção que capacidade de consumo. Alguns países da Europa estão enfrentando um cenário complicado entre os produtores. No entanto, sem esmiuçar os pormenores, o Brasil possui muitas vantagens, começando com a natureza que não impede que as pastagens e plantios fiquem hibernando, sob a neve de inverno, até as dimensões geográficas que permitam uma exploração racional e mais bem adaptada às questões de bem-estar animal, por exemplos.
Última atualização em Qui, 26 de Setembro de 2019 16:26
Leia mais...
 
As novas legislações para produção de leite: estamos prontos? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Sex, 08 de Março de 2019 16:08

Seguindo as tendências mundiais, as instruções normativas, pertinentes à produção e comercialização de leite, que devem estar vigentes já no início de junho de 2019, estão exigindo controles e evidências de cumprimento de procedimentos, desde a unidade de produção, ou seja, já na propriedade rural.

 

A Instrução normativa 76 que determina os critérios e procedimentos para a produção, acondicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite cru em estabelecimentos registrados no serviço de inspeção oficial, estabelece, entre vários outros requisitos, um real monitoramento no campo.

 

Nesta normativa, há a clara exigência de evidenciar a sanidade dos rebanhos leiteiros, pois, ela cobra que que todos os rebanhos, que forneçam leite, tenham um médico veterinário responsável, e os processos de acompanhamento devem constar em programas de autocontrole dos estabelecimentos. Este profissional precisa evidenciar que o cumprimento dos programas para controle sistemático de parasitoses e mastite assim como, controle de brucelose (Brucella abortus) e tuberculose (Mycobacterium bovis). Desta forma, há ampliação da ação das indústrias dentro das unidades de produção. Com ela, um arcabouço documental para comprovar que as práticas solicitadas estejam sendo realizadas sistematicamente.

Última atualização em Seg, 19 de Agosto de 2019 10:34
Leia mais...
 
Smartphones, aplicativos, registros, leite e exportação: todos juntos para a profissionalização da cadeia do leite. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Seg, 19 de Agosto de 2019 09:49
A nova legislação do leite, publicada no final de 2018 e vigente, tem uma formatação que exige diversos controles e monitoramentos, desde o campo. Esta composição tem um viés bem focado na profissionalização do setor, pois, utiliza controles de processos que são exigências de empresas consolidadas. Estas normativas, as conhecidas INs 76 e 77, tornaram-se uma inovação em relação as outras anteriores, especialmente em relação a exigência de um Plano de Qualificação de Fornecedores de Leite, que as indústrias captadoras e processadoras devem apresentar. Estes planos devem definir a política do estabelecimento em relação aos seus fornecedores de leite, ou seja, os produtores. Nestes também devem estar definidos os objetivos das ações a serem realizadas nas propriedades leiteiras. Devem ser alinhados à missão e à visão do laticínio/entreposto. Com isto, primeiramente, o estabelecimento deve ter descrito qual sua visão e missão e, posteriormente, alinhar suas estratégias focando que os objetivos, ações, metas e indicadores, que estão descritos em seus planos, devem estar em consonância com as premissas de qualidade dos produtos, conforme definido pela instituição.
Última atualização em Seg, 19 de Agosto de 2019 10:44
Leia mais...
 
Preservação: a produção de carne e leite deve ser parte do processo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Qua, 02 de Janeiro de 2019 08:17

Conforme reportagem publicada no The Guardian “Se você quer salvar o mundo, o veganismo não é a resposta, por Isabela Tree”, ao contrário do que tem sido apregoado, que ambientalmente é melhor comer mais produtos feitos a partir de soja, milho e grãos cultivados industrialmente, estudos estão evidenciando que o ideal é encorajar o maior emprego de formas sustentáveis de produção de carne e derivados lácteos com base em sistemas rotacionais tradicionais, pastagens permanentes e pastagens para conservação. Deve-se, no mínimo, questionar a ética de aumentar a demanda por culturas que exigem altos insumos de fertilizantes, fungicidas, pesticidas e herbicidas, enquanto demonizam formas sustentáveis da pecuária que possam restaurar os solos e a biodiversidade e, especialmente, de sequestrar carbono.

 

Última atualização em Seg, 19 de Agosto de 2019 10:34
Leia mais...
 
« InícioAnterior12345678910PróximoFim »

Página 1 de 76.

Who's Online

Nós temos 128 visitantes online
CeresQualidade.com.br | Powered by Joomla! | Joomla hosting by SiteGround