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Paraná triplica receita com exportação de carne bovina PDF Imprimir E-mail
Ter, 23 de Fevereiro de 2016 09:33

O fim do embargo do Irã à carne bovina do Estado, a abertura de novos mercados e o dólar favorável fizeram as exportações mais que triplicarem em janeiro. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a receita somou US$ 7,97 milhões, mais que o triplo que os US$ 2,34 milhões registrados no mesmo mês do ano passado (ou 239% mais). Somente para o Irã foram embarcados US$ 1,7 milhão.

Última atualização em Sex, 11 de Março de 2016 10:46
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Globalgap PDF Imprimir E-mail
Seg, 15 de Fevereiro de 2016 14:37

 

Minimiza os impactos negativos no meio ambiente, reduz os insumos químicos e garante também o bem estar dos trabalhadores e animais.

 

GLOBALG.A.P. é uma organização privada que estabelece normas voluntárias para a certificação de produtos agrícolas (inclusive aquicultura) em todo o mundo. A norma GLOBALG.A.P. foi principalmente elaborada para reafirmar perante os consumidores que a produção alimentar nas unidades de produção agrícola é realizada através da minimização dos impactos negativos de operações agrícolas no meio-ambiente, redução do uso de insumos químicos e garantia de uma abordagem responsável dos assuntos de saúde e segurança dos empregados e saúde animal. GLOBALG.A.P. funciona como um manual prático de Boas Práticas Agrícolas (BPA) em todos os lugares do mundo. O GLOBALGAP é responsável por mais de 112.000 produtores certificados, 1400 inspetores e auditores treinados, certificando mais de 409 diferentes produtos agrícolas.

 

Qualquer produtor agrícola, não processados, abrangidos pelos referenciais GLOBALG.A.P. pode pedir a certificação GLOBALG.A.P.

Última atualização em Ter, 23 de Fevereiro de 2016 09:43
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A indústria de carnes driblou a crise e fechou o ano na liderança da geração de empregos no Paraná em 2015. PDF Imprimir E-mail
Ter, 02 de Fevereiro de 2016 10:35

A indústria de carnes driblou a crise e fechou o ano na liderança da geração de empregos no Paraná em 2015. O abate de suínos, aves e outros pequenos animais encerrou o ano com um saldo positivo de 5.078 empregos no Estado. Os dados são do Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, que mede a diferença entre admitidos e demitidos no período.

Em segundo lugar no ranking ficou o setor de fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo, com saldo de 2.453, seguido por atividades de teleatendimento (2.367), apoio à gestão de saúde (2.102) e fornecimento de gestão de recursos humanos para terceiros (1.373).

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Foto WG Carnes.

Impulsionado por novos investimentos e pelas exportações, os frigoríficos de frangos e suínos seguiram ganhando espaço mesmo com a desaceleração da economia brasileira. “O setor vem se beneficiando, no mercado interno, da substituição, por parte do consumidor, da carne bovina, que ficou mais cara. Nas exportações, por sua vez, a venda de cortes de frango e suínos tem sido alavancada pelo câmbio, com a supervalorização do dólar”, diz Suelen Glinski Rodrigues dos Santos, economista do Observatório do Trabalho da Secretaria estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social.

Última atualização em Ter, 02 de Fevereiro de 2016 10:56
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Ovos fornecidos para a Starwood Hotels & Resorts devem ser de galinhas criadas soltas PDF Imprimir E-mail
Qua, 03 de Fevereiro de 2016 08:55

A Starwood Hotels & Resorts anunciou seu plano para parar com o consumo de ovos produzidos em granjas que enclausuram as aves em gaiolas. O objetivo é que até 2020 todo o fornecimento necessário para suprir a demanda em seus restaurantes, em todo o mundo, seja feito apenas ovos provenientes de produtores que mantêm as galinhas livres.

Última atualização em Seg, 15 de Fevereiro de 2016 14:47
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Menor consumo de carne pode piorar o aquecimento global PDF Imprimir E-mail
Seg, 01 de Fevereiro de 2016 08:25

Por Ciro Antonio Rosolem

 

Boa parte das emissões de gases de efeito estufa tem sido atribuída à pecuária. Na verdade os números chegam a 15% das emissões totais. Há gente que diz que a pecuária estaria emitindo mais que carros, caminhões e ônibus. Na verdade os dados são baseados em estimativas pontuais, sem levar em conta todo o processo produtivo. Por exemplo, se contabiliza quanto o boi emite, mas não se considera que o boi come capim que fixa carbono. E fixa bastante. Há muitos estudos demonstrando que simplesmente a melhoria da produtividade das pastagens tropicais resulta em maiores estoques de carbono no solo. Uma pastagem melhorada remove aproximadamente 1 tonelada de carbono da atmosfera por hectare por ano, quando comparada a uma pastagem degradada.

 

Muito bem, pastagem melhorada sequestra carbono, pastagem degradada emite carbono. Isso não é novo.

 

O que é novo está em um trabalho publicado na revista Nature Climate Change, em janeiro deste ano, por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, junto com pessoal da Embrapa. É o trabalho de tese de Rafael de Oliveira Filho. A equipe desenvolveu um modelo matemático muito complexo, que leva em conta todas as emissões de carbono geradas na produção pecuária, mas também contabilizou o carbono sequestrado pelas pastagens que fica no solo. A conclusão foi que, se a demanda por carne bovina aumentar, haverá diminuição da emissão de carbono pela pecuária, desde que o desmatamento seja controlado. Ao contrário, se a demanda, e a produção diminuírem, as emissões serão aumentadas.

Última atualização em Ter, 02 de Fevereiro de 2016 10:48
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