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Boas Práticas Agropecuárias PDF Imprimir E-mail
Seg, 28 de Julho de 2014 15:37
Sabe-se que ao menos 60% de todas as doenças humanas têm sua origem em enfermidades transmitidas por alimentos ou animais. Esta interface, de controle e prevenção de doenças infecciosas, da interação homem-animal, é diligente quando realizadas contemplando o ambiente em que residem. Assim, são necessárias práticas eficazes para o combate à propagação de doenças em animais e humanos, aumentando a segurança do alimento, a sanidade dos homens e dos rebanhos, proporcionando a redução da pobreza.  Uma maior transparência do status sanitário animal contribui para uma melhor saúde pública, do mesmo modo, maior competitividade frente ao mercado consumidor.
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Assim, a garantia de práticas que foquem em uma melhor produtividade, garantindo a sustentabilidade dos processos, o bem estar animal e a sanidade é imprescindível para qualquer nação que deseje competir estrategicamente como um fornecedor de alimentos e matérias primas. Além de garantir a sua população a qualidade dos alimentos fornecidos aos seus cidadãos.
Apesar de muitas destas práticas já serem conhecidas e validadas por diversas instituições de pesquisa no setor, poucas são, efetivamente, realizadas sistematicamente no processo de produção no campo. Parte desta ausência é desencadeada pelo não conhecimento, tanto dos produtores quanto de técnicos, dos requisitos que são preconizados para a garantia da qualidade da produção.

O conhecimento e implantação das boas práticas agropecuárias se tornam umas das ferramentas mais efetivas para a garantia da sustentabilidade da produção agropecuária. Há especificidades, que devem ser conhecidas e implantadas.

Última atualização em Seg, 28 de Julho de 2014 15:51
 


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