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Sustentabilidade certificada. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Ter, 10 de Janeiro de 2017 15:22

A Frimesa está sendo pioneira e arrojada em acreditar na certificação da garantia da qualidade de toda a cadeia de produção.

 

A Ceres Qualidade foi contratada para assessorar a concepção e implementação deste processo, tanto na Frimesa quanto nas cinco cooperativas filiadas, que fornecem o suíno ao frigorífico: CVale, Copacol, Lar, Copagril e Primato.

 

O desafio é grande, mas conta com o apoio de técnicos e produtores, que sabem do grande potencial do Agronegócio brasileiro, e quanto a sustentabilidade da produção é uma realidade para muitos do campo.

 

A Frimesa pretende se tornar uma referência nacional na produção de carne suína e, para isso, prevê investimentos de R$ 2,5 bilhões em toda a cadeia produtiva até 2030. Com sede em Medianeira (PR), a empresa é uma central, que reúne cinco cooperativas filiadas e tem produtores que atuam como parceiros e fornecedores de matéria­prima. Além da suinocultura, ela também atua no setor de lácteos. "Até 2018, toda nossa produção terá controle de origem, com certificações que atestam a qualidade em questões como ração animal até bem­estar das criações e dos rabalhadores", afirmou o diretor executivo da Frimesa, Elias José Zydek, ao Broadcast Agro, serviço de notícias do agronegócio em tempo real do Grupo Estado.

 

leia mais, acesse o link Reportagem

 

Parabéns aos envolvidos

Última atualização em Ter, 10 de Janeiro de 2017 15:35
 
Leite para todos PDF Imprimir E-mail
Qui, 05 de Janeiro de 2017 10:34

Por Roberta Züge; membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS); Vice-Presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná (SINDIVET); Médica Veterinária Doutora pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP); Sócia da Ceres Qualidade.

 

 

O leite, mesmo com as inúmeras críticas e teorias fantasiosas, que invadem as mídias sociais e são replicadas mais que bactérias em placas de cultura, continua sendo um alimento apreciado e um elemento essencial na dieta de muitas pessoas; no meio rural dizemos que é indispensável de mamando a caducando.

 

No entanto, inegavelmente diversas pessoas têm apresentado quadros de intolerância ou alergia ao leite. Este fato alimenta ainda mais as tais teorias. Por outro lado, enquanto o ceticismo, em relação ao real valor nutricional do leite, é fomentado por crendices, a ciências busca explicações.

 

Entre estes estudos, descobriu-se que os problemas de alergia, ou intolerância, parecem ter surgido há apenas um século. Mas o ser humano vem ingerindo leite, de origem bovina, há quase 10.000 anos. Assim, foi necessário investigar o que havia mudado neste último século.

 

As pesquisas demonstraram que reações dos humanos, em relação a lactose, tem relação direta com um tipo específico de proteína. Sabe-se que todas as fêmeas dos mamíferos, incluindo a mulher, produzem, no leite, uma proteína denominada βcaseina A2. No entanto, algumas fêmeas bovinas sofreram uma alteração genética e passaram a produzir também uma proteína denominada βcaseína A1. A única diferença entre as duas proteínas é apenas um aminoácido na 67ª posição entre 203 aminoácidos que compõem as duas proteínas. A βcaseína A1 possui um aminoácido histidina, enquanto que a βcaseína A2 tem uma prolina na 67ª posição. Este “detalhe” não é aceito pelo organismo de muitas pessoas, assim como, de diversos outros animais.

 

Última atualização em Qui, 05 de Janeiro de 2017 11:10
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Leite A2A2 PDF Imprimir E-mail
Seg, 02 de Janeiro de 2017 10:38

O “leite A2A2”, como já relatado, compreende o leite que foi produzido exclusivamente por vacas que somente possuem genoma que fazem com que elas somente produzam leite com a βcaseína A2. Animais que são considerados A2A1 ou A1A1 excretam no leite a βcaseína A1. Esta que, recentemente, foi identificada como a causadora dos problemas de alergias ou intolerância ao leite. Assim, animais que sejam homozigóticos para este gene, ou seja só possuem o A2, não produzem em seu leite a causadora das alergias e intolerâncias encontradas em diversas pessoas.

A identificação é realizada somente por meio de testes de genoma nos animais. Pelo leite em si, ainda não se descobriu um teste que realize esta segregação e não há alterações visíveis no leite, ou elas ainda não foram identificadas, para que possa segregar na indústria.

 

Última atualização em Seg, 02 de Janeiro de 2017 10:41
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