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Menor consumo de carne pode piorar o aquecimento global PDF Imprimir E-mail
Seg, 01 de Fevereiro de 2016 08:25

Por Ciro Antonio Rosolem

 

Boa parte das emissões de gases de efeito estufa tem sido atribuída à pecuária. Na verdade os números chegam a 15% das emissões totais. Há gente que diz que a pecuária estaria emitindo mais que carros, caminhões e ônibus. Na verdade os dados são baseados em estimativas pontuais, sem levar em conta todo o processo produtivo. Por exemplo, se contabiliza quanto o boi emite, mas não se considera que o boi come capim que fixa carbono. E fixa bastante. Há muitos estudos demonstrando que simplesmente a melhoria da produtividade das pastagens tropicais resulta em maiores estoques de carbono no solo. Uma pastagem melhorada remove aproximadamente 1 tonelada de carbono da atmosfera por hectare por ano, quando comparada a uma pastagem degradada.

 

Muito bem, pastagem melhorada sequestra carbono, pastagem degradada emite carbono. Isso não é novo.

 

O que é novo está em um trabalho publicado na revista Nature Climate Change, em janeiro deste ano, por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, junto com pessoal da Embrapa. É o trabalho de tese de Rafael de Oliveira Filho. A equipe desenvolveu um modelo matemático muito complexo, que leva em conta todas as emissões de carbono geradas na produção pecuária, mas também contabilizou o carbono sequestrado pelas pastagens que fica no solo. A conclusão foi que, se a demanda por carne bovina aumentar, haverá diminuição da emissão de carbono pela pecuária, desde que o desmatamento seja controlado. Ao contrário, se a demanda, e a produção diminuírem, as emissões serão aumentadas.

Última atualização em Ter, 02 de Fevereiro de 2016 10:48
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Programa Leite Saudável PDF Imprimir E-mail
Seg, 04 de Janeiro de 2016 13:22

INSTRUÇÃO NORMATIVA 45 MAPA, DE 22-12-2015 (DOU DE 23-12-2015)

 

Mapa disciplina a habilitação ao programa Mais Leite Saudável

Esta Instrução Normativa estabelece procedimentos para habilitação, análise e acompanhamento de projetos de investimento do programa Mais Leite Saudável. A pessoa jurídica beneficiária do programa poderá descontar créditos presumidos em relação à aquisição de leite in natura utilizado como insumo, apurados mediante aplicação de 50% das alíquotas de 1,65% e 7,6% do PIS/Pasep e da Cofins, respectivamente.

 

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A MINISTRA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto na Lei nº 10.925, de 23 de julho de 2004, no Decreto nº 8.533, de 30 de setembro de 2015, e o que consta do Processo nº 70620.001470/2015-63, resolve:

 

Art. 1º Ficam estabelecidos os procedimentos para habilitação, análise e acompanhamento de projetos de investimento do programa Mais Leite Saudável, a serem aprovados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, na forma desta Instrução Normativa.

 

Parágrafo único. Fica aprovado o formulário constante do Anexo desta Instrução Normativa, com a finalidade de padronizar o procedimento de habilitação do projeto de investimento no programa Mais Leite Saudável.

 

Última atualização em Seg, 04 de Janeiro de 2016 13:27
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Pernambuco: suspeita de fraude no leite. PF investiga empresas por usar soda cáustica, urina e água oxigenada em leite PDF Imprimir E-mail
Sex, 04 de Dezembro de 2015 15:52

Produto também teria urina e ácido lático na composição, informa polícia.

Indústrias são de Pedra, Bom Conselho, Belo Jardim e São Bento do Una

 

A Polícia Federal faz buscas na manhã desta sexta-feira (4) em empresas suspeitas de adulterar leite industrial produzido no Agreste de Pernambuco. A ‘Operação Longa Vida’ investiga a fraude em laticínios localizados em Pedra, Bom Conselho, São Bento do Una e Belo Jardim. São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e vários de condução coercitiva.

 

O produto estaria com água em excesso e teria na composição soda cáustica, água oxigenada, urina, álcool etílico, sacarose, ácido lático e a bactéria causadora da meningite (Neisseria meningitidis), segundo a assessoria de imprensa da PF. Além do leite, existe suspeita de contaminação em queijos e manteigas. “A Justiça Federal em Garanhuns, onde o inquérito tramita, não autorizou por ora a divulgação dos nomes das empresas investigadas”, informa a polícia.

 

 

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“As investigações começaram em março deste ano quando o Ministério da Agricultura identificou após autuações administrativas vários produtos e seus derivados de leite com suspeita de adulteração, o que também era queixa de vários consumidores que relatavam problemas com os produtos com cheiro e alteração na sua composição”, diz a PF.

 

A polícia também investiga a suspeita de participação de servidores do Ministério da Agricultura. Eles seriam “coniventes com a adulteração do leite promovido por omissão na fiscalização”, segundo a assessoria da polícia. O G1 solicitou uma nota à assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura sobre o susposto envolvimento de servidores.

 

 

 

Fonte: G1.

 

Última atualização em Sex, 04 de Dezembro de 2015 16:10
 
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